“O Balé Folclórico fez o público dançar. Ao final senhoras grisalhas estavam dançando contagiadas pela alta-voltagem transferida do palco para a platéia. Como um dos patrocinadores revelou: “Foi para isso que o Festival de Spoleto foi criado”...”

The Post and Courier – USA.

"O prazer dos dançarinos, músicos e cantoras em fazer o que eles fazem sobre o palco é tão obviamente parte da vida deles que contagia todo o teatro. Melhores condições de trabalho têm permitido a companhia se aprofundar mais nas pesquisas. Os resultados são impressionantes e sedutores. Os intervalos musicais incluem um virtuoso solo de berimbau apresentado por Daniel Sousa e uma mistura de pop e tradicional é incorporada por Dora Santana, que continua mais maravilhosa do que nunca. As mulheres na companhia nunca são menos energéticas do que os homens. Elas não são "Garotas de Ipanema" e essa diferença é grande e clara ..."

Anna Kisselgoff, The New York Times – USA.

“Uma nova turnê nacional trouxe a companhia esta noite com um programa novo e espetacularmente mais produzido, que acabou com o público seguindo os dançarinos e músicos para fora do New Jersey Performing Arts Center. A visão do público dançando na praça externa do teatro não é surpresa para quem já tenha visto de perto a um espetáculo do Balé Folclórico da Bahia...”

Anna Kisselgoff, The New York Times – USA.


"Um poderoso Balé Folclórico aporta na cidade. Você poderia chamá-lo de "a explosão brasileira!" ou do Riverdance baiano. Como os milhares de fãs dessa companhia podiam esperar o espetáculo não terminou até que todo o público estivesse aos seus pés, dançando pelos corredores. Com o Balé Folclórico da Bahia todos os comentários são em superlativos: o tempo operativo é frenético, a dinâmica numerosamente alta, os movimentos furiosos, as cores alucinantes. Nada é sutil. Ninguém teve pressa em voltar para casa ..."

The Boston Globe – USA.


"O Balé Folclórico da Bahia realmente precisa de um daqueles avisos de "apertem os cintos" antes do início dos seus espetáculos. O show apresentado ontem à noite no Shubert Theater foi um dos mais espetaculares já visto em Boston. As novas coreografias da companhia mostraram figurinos exuberantes de tirar o fôlego. Alguém que já tenha vivenciado ,recentemente, algum espetáculo brasileiro poderá surpreender-se com a paixão polirítmica que conduz os componentes da companhia que honram sua Bahia nativa com sensualidade e atletismo..."

Boston Herald – USA.


"Apesar do frio do outono, o Balé Folclórico da Bahia aqueceu a noite do Anderson Theater apresentando um espetáculo de 90 minutos, sem intervalo, para uma casa de lotação esgotada. A companhia soube captar os sentimentos, o visual e a sonoridade de uma rica e vibrante cultura brasileira. O palco inteiro era pura vida com os músicos, cantoras e energéticos dançarinos dessa extraordinária companhia baiana..."

Sun Bulletin – USA.


"Bravura brasileira! No Brasil todos dançam, mas ninguém dança, samba ou joga capoeira da mesma forma que os dançarinos do Balé Folclórico da Bahia..."

The Washington Post – USA.


"Fogos de artifício e proezas do Brasil. Desliguem a eletricidade, os dançarinos do Balé Folclórico da Bahia se encarregam de fornecer a energia para o show. O queixo caia a cada vez que os dançarinos saltavam no palco. Dificilmente você encontrará um outro grupo de dançarinos que possa executar tais proezas da mesma forma e tão perfeitamente..."

The Orange Country Register – USA.


"Numa espetacular mostra de cores, movimentos e interpretação, o Balé Folclórico da Bahia provou que o mais famoso Estado do Nordeste do país não produz somente grandes cantores. É fácil ver porque a companhia é a melhor do Brasil. Não apenas o grupo mostra com muito orgulho as danças de forma energética e precisa, mas a paixão com que se eles apresentam mostra um importante aspecto da forma de arte integral encontrada em todos os gêneros Africanos. É um show por si só..."

Chicago Sun-Times – USA.

“Para os exuberantes e aparentemente incansáveis dançarinos, músicos e cantoras do Balé Folclórico da Bahia a ovação final foi apenas um segundo começo...”

The Sacramento Bee – USA.

 

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