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O
Balé Folclórico fez o público dançar.
Ao final senhoras grisalhas estavam dançando contagiadas
pela alta-voltagem transferida do palco para a platéia. Como
um dos patrocinadores revelou: Foi para isso que o Festival
de Spoleto foi criado...
The Post and Courier USA/2001
"O prazer dos dançarinos,
músicos e cantoras em fazer o que eles fazem sobre o palco
é tão obviamente parte da vida deles que contagia
todo o teatro. Melhores condições de trabalho têm
permitido a companhia se aprofundar mais nas pesquisas. Os resultados
são impressionantes e sedutores. Os intervalos musicais incluem
um virtuoso solo de berimbau apresentado por Daniel Sousa e uma
mistura de pop e tradicional é incorporada por Dora Santana,
que continua mais maravilhosa do que nunca. As mulheres na companhia
nunca são menos energéticas do que os homens. Elas
não são "Garotas de Ipanema" e essa diferença
é grande e clara ..."
Anna Kisselgoff,
The New York Times USA/2000.
Uma nova turnê nacional trouxe
a companhia esta noite com um programa novo e espetacularmente
mais produzido, que acabou com o público seguindo os dançarinos
e músicos para fora do New Jersey Performing Arts Center.
A visão do público dançando na praça
externa do teatro não é surpresa para quem já
tenha visto de perto a um espetáculo do Balé Folclórico
da Bahia...
Anna Kisselgoff, The New York Times
USA/2000
"Um poderoso Balé Folclórico aporta na cidade.
Você poderia chamá-lo de "a explosão brasileira!"
ou do Riverdance baiano. Como os milhares de fãs dessa companhia
podiam esperar o espetáculo não terminou até
que todo o público estivesse aos seus pés, dançando
pelos corredores. Com o Balé Folclórico da Bahia todos
os comentários são em superlativos: o tempo operativo
é frenético, a dinâmica numerosamente alta,
os movimentos furiosos, as cores alucinantes. Nada é sutil.
Ninguém teve pressa em voltar para casa ..."
The Boston Globe USA/2000.
"O Balé Folclórico da Bahia realmente precisa
de um daqueles avisos de "apertem os cintos" antes do
início dos seus espetáculos. O show apresentado ontem
à noite no Shubert Theater foi um dos mais espetaculares
já visto em Boston. As novas coreografias da companhia mostraram
figurinos exuberantes de tirar o fôlego. Alguém que
já tenha vivenciado ,recentemente, algum espetáculo
brasileiro poderá surpreender-se com a paixão polirítmica
que conduz os componentes da companhia que honram sua Bahia nativa
com sensualidade e atletismo..."
Boston Herald USA/2000.
"Apesar do frio do outono, o Balé Folclórico
da Bahia aqueceu a noite do Anderson Theater apresentando um espetáculo
de 90 minutos, sem intervalo, para uma casa de lotação
esgotada. A companhia soube captar os sentimentos, o visual e a
sonoridade de uma rica e vibrante cultura brasileira. O palco inteiro
era pura vida com os músicos, cantoras e energéticos
dançarinos dessa extraordinária companhia baiana..."
Sun Bulletin USA/2000.
"Bravura brasileira! No Brasil todos dançam, mas ninguém
dança, samba ou joga capoeira da mesma forma que os dançarinos
do Balé Folclórico da Bahia..."
The Washington Post USA/2000.
"Fogos de artifício e proezas do Brasil. Desliguem a
eletricidade, os dançarinos do Balé Folclórico
da Bahia se encarregam de fornecer a energia para o show. O queixo
caia a cada vez que os dançarinos saltavam no palco. Dificilmente
você encontrará um outro grupo de dançarinos
que possa executar tais proezas da mesma forma e tão perfeitamente..."
The Orange Country Register
USA/2000.
"Numa espetacular mostra de cores, movimentos e interpretação,
o Balé Folclórico da Bahia provou que o mais famoso
Estado do Nordeste do país não produz somente grandes
cantores. É fácil ver porque a companhia é
a melhor do Brasil. Não apenas o grupo mostra com muito orgulho
as danças de forma energética e precisa, mas a paixão
com que se eles apresentam mostra um importante aspecto da forma
de arte integral encontrada em todos os gêneros Africanos.
É um show por si só..."
Chicago Sun-Times USA/2000.
Para os exuberantes e aparentemente incansáveis
dançarinos, músicos e cantoras do Balé Folclórico
da Bahia a ovação final foi apenas um segundo começo...
The Sacramento Bee USA/1998
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